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DESAFIO: A DANÇA DA VIDA

Girl jumping with rose petals in air
Qual é o seu ritmo?

Vou contar a história de duas mulheres que conheci, ambas de origem humilde, estão por volta dos cinquenta anos e são mulheres bonitas pela própria natureza. Uma conversa recente com elas me despertou para pensar sobre o que falta ou sobra para que o momento de vida de cada uma seja tão distinto e os resultados tão diferentes. Vamos a elas…

A HISTÓRIA DE ANA

Ana nasceu na zona leste de São Paulo, em uma família de parcos recursos financeiros, mas com muita garra para sobreviver e crescer. Ana não tinha condições de estudar, logo cedo começou a trabalhar, se casou e teve duas filhas. Aos trinta anos, Ana secretariava o vice-presidente de uma importante empresa. Como não tinha curso superior e com as mudanças no mercado de trabalho, Ana acabou decidindo ir trabalhar com a família, pois sentia insegurança pela falta de estabilidade em seu emprego.

Desde então, Ana trabalha com familiares e nessa trajetória ela viajou por vários países e aprendeu muita coisa. Porém, um dia, ela me revelou uma revolta com a vida. Ela me disse que sempre sonhou em chegar aos cinquenta anos aposentada e sem ter mais obrigação com nada. “Esperava ter uma vida tranquila”, essas foram as palavras dela.

Hoje Ana sofre com problemas de saúde, demonstra sinais de depressão e perdeu o brilho pela vida.

A HISTÓRIA DE RENATA

Renata nasceu na zona leste de São Paulo, em uma família de parcos recursos financeiros, mas com muita garra para sobreviver e crescer. Renata não tinha condições de estudar, logo cedo começou a trabalhar e passou a ter o sonho de se tornar empresária. Aos trinta e poucos anos, Renata já era dona de uma confecção de roupas e acessórios femininos de médio porte. Possuía um padrão de vida elevado e tinha gostos caros.

Renata teve uma filha e dois casamentos. No segundo matrimônio, Renata delegou funções para seu marido e, quando se deu conta, sua empresa havia falido e ela tinha perdido tudo o que conquistou. Pior, ela tinha adquirido uma dívida de milhões, praticamente impagável.

Renata entrou em depressão, teve que começar de novo como funcionária de uma confecção, afinal ela era uma vendedora imbatível. Como o que ganhava não a satisfazia, Renata começou a olhar outras possibilidades de elevação de sua renda, até que descobriu o mercado imobiliário como uma boa alternativa. E ela se jogou de cabeça como corretora de imóveis de alto padrão.

Hoje, Renata tem uma vida boa, apesar de continuar com a dívida. Viaja com frequência, tem uma imagem jovial, adotou o ciclismo como hobby e está namorando o João, companheiro de pedaladas.

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É claro que as histórias relatadas são recortes simplificados de vidas complexas, porém quando observamos o que poderia explicar o atual momento de cada uma, vamos enxergar que a presença ou ausência do desafio fez toda a diferença. Mas afinal o que é desafio? Defino como a mola propulsora do ser humano. É o que nos move, mobiliza, nos lança na aventura do desconhecido e faz com que despertemos talentos e descubramos habilidades que se quer sabíamos possuir.

Hoje muito se fala em objetivos e metas, quando na verdade o que está por trás é a consciência de propósito e significado. Esses dois últimos parâmetros são pessoais e perpassam por questões como valores, crenças, paradigmas, visão de mundo, etc. Assim, a cada fase da vida e no processo natural de desenvolvimento, somos impactados por novos desejos, necessidades e buscas que nos levam a novos resultados.

No âmbito corporativo, enxergamos a migração do foco das empresas do padrão produzido (repetição) para o padrão de qualidade ao menor custo. Hoje, outras prioridades passaram a se tornar preponderantes, assim inovação e competitividade são as meninas dos olhos empresariais. Para isso, é necessário que pessoas trabalhem disponibilizando seus melhores talentos, compartilhando conhecimentos e desenvolvendo novas formas de usar os mesmos recursos. Mas como fazer isso se esses profissionais não tiverem clareza sobre quem são, o que querem, quais são suas forças e fraquezas?

É aí que o desafio entra com sua força. Ele traz o sentido que falta para as nossas buscas, quebra a inércia de conceitos e paradigmas antigos e que só provocam desconexão com o nosso EU. Ele se faz presente na forma do autoconhecimento e da mudança de mentalidade que gera novos resultados. Adotar um esporte radical, aprender a cozinhar, escrever um livro, criar um projeto social, fazer uma faculdade, são alguns exemplos de desafios que irão abrir novos campos de possibilidades na mente, no corpo e na alma.

Horward Gardner, em 1981, revolucionou o mundo acadêmico com sua Teoria da Inteligências Múltiplas, onde mapeia as sete inteligências humanas: inteligência linguística, inteligência interpessoal, inteligência intrapessoal; inteligência lógico matemática, inteligência musical, inteligência espacial e inteligência corporal sinestésica. Esse psicólogo cognitivo derrubou a ideia de medir QI (quociente de inteligência) a partir de testes de lógica e afins. Ele veio para esclarecer que nosso campo de habilidades para resolução de problemas é muito maior e mais complexo. E, que quando o ser humano usa seu infinito potencial para superação, transformação e criação de novas possibilidades, mudanças acontecem na própria vida e meio social em que convive.

Assim, quando desafiamos a nossa mente, verdades e ideias pré-concebidas, vamos encontrar um novo terreno fértil para semear, não importa a idade, o sexo ou a classe social ao qual pertencemos.

Que tal aprender a dançar um tango? E que bons desafios soprem em seu favor!

 

Cristina Gaspar | Coach de Alta Performance e Carreira | Trainer & Palestrante

É idealizadora do BLOGSFERAS desde 2010

 

 

 

 

 

 

 

 

A BAIXA AUTOESTIMA E A PRODUTIVIDADE PROFISSIONAL

400_F_2882705_QDa77doSlQjEtQ4akueI6yVIb7UnwbA baixa estima influencia diretamente na produtividade do profissional. A falta de confiança, gerada pela baixa estima, desqualifica os talentos e supervaloriza os pontos fracos, gerando um “desconforto” interno que desencadeia outros sentimentos como inferioridade, desconfiança e mania de perseguição. A pessoa então passa a ter um comportamento defensivo, reativo, de vítima e, muitas vezes, agressivo.

Esses comportamentos dificultam a convivência dentro do ambiente de trabalho, gerando atritos, desentendimentos e até desrespeito entre os membros da equipe. Esta conduta é observada não só entre os liderados, mas também entre gestores que, muitas vezes, não são preparados para assumir a função, prejudicando o rendimento de sua área e de áreas afins.

É necessário que a empresa esteja atenta para identificar essas situações e tratar a causa raiz. O processo de coaching aliado à terapia, são ferramentas valiosas na identificação e empoderamento desses talentos e no fortalecimento da autoestima.

E você, está atento para sua autoestima? O que tem feito para mantê-la elevada? No seu dia a dia, você prioriza sua satisfação e valores pessoais? Pense nisso!

Cássia Amélia Chieco – COLABORADORA DO BLOGSFERAS

CASSIA CHIEKOUm pouco sobre Cássia Chieco: Master Coach pelo Center For Advanced Coaching (USA) e Practtioner em PNL pela Sociedade Brasileira de PNL. É executive, professional e life coaching pela Sociedade Brasileira de Coaching. Graduada em Gestão de Empresas pela FMU (SP) e em Educação Física pela Universidade Católica (BA). Tem 10 anos de experiência na área comercial, atua como consultora em desenvolvimento de pessoas e membro participante na Academia de Coaching.